Σάββατο 29 Μαρτίου 2014

A FAUNA DO NACIONAL- PORREIRISMO DIVIDE-SE OU EST DIVISA IN PARTE TRES: LAGARTAS QUASE ACÉFALAS CUJA RELIGIÃO É A FOME - VEGETAIS VÁRIOS QUE SERVEM DE ALIMENTO ÀS VÁRIAS ESPÉCIES DE LAGARTAS E OBVIAMENTE ADMITO-O BORBOLETAS POLÍTICO-ECONÓMICAS E TRAÇAS DO MESMO JAEZ QUE ASPIRAM AO PHODER POR QUALQUER MEIO E O PAPEL DOS VEGETAIS NISTO? PAPEL VEGETAL CLARO ESTÁ É O FADO É FODIDO


e à lagarta em dissoloução chama-se?
Pupa no teu caso chama-se Puta politicanus

que é o teu nome e o teu credo



Rogoff e Roscoff economic wise guys Guys not Opus gay's ok.
Gamba que defende a reestruturação da dívida, cria incertezas no médio prazo, nomeadamente em pessoal que se descarta das acções portuguesas antes do fim de 2013, com perdas consideráveis, algumas centenas de milhares de cogumelos, ou de garrafas de azeite, antevendo as prováveis consequências da luta de poder económica e política 2014-2015 e ao provável se não certo, desmoronamento da bolha accionista neste biénio que se segue, logo embora o indivíduo em causa seja um engenheiro económico ao estilo socratista e pessoal nos Institutos económicos do risco ao meio sem conhecimento da matéria assaz peculiar e dividida em tendências que alegadamente ensinam, A evolução do pensamento económico é um fenómeno individual, veja-se que Carlos Pinto de Sá ou o anterior Capo da Nomenklatura do PCP não terem assinado ou não haver indicações para o fazerem, indica que a Economia é uma religião de evolução muito rápida não existindo alegadas contradições de um ou de todos os seus subscritores; para o caso, tanto faz o nome do e coño mista em rápida mutação (geralmente letal ) ou peor do que isso em metamorfose político-económica e logo tal como a borboleta que nasce da dissolução da lagarta em dicos imaginais vários (vide discos imaginais na wiki ou noutra merda qualquer) Imaginal discs or imaginal political or economic cells it's the same....resumindo a religião reprodutiva da borboleta nada tem a ver com a religião feita fome da lagarta pelas vegetalidades semi-vivas que consome, pois não são o mesmo indivíduo.
Na política ou na economia ou na política económica que é mais abrangente a lagarta político-económica dissolve-se e os seus discos imaginais, produzem uma borboleta político-económica que só aspira ao phoder, logo o cérebro da lagarta dissolvida nada tem a ver com o novo cérebro nascido do caos celular da esfomeada lagarta que comia para um dia escapar à triste sorte que a prendia ao consumismo quase acéfalo em que sobrevivia.
Logo é bem provável que a borboleta desconheça as ideias da lagarta ou as tenha reconstruido.

Logo a borboleta entende que quem defendeu o investimento público é a Lagarta pretérita que nada tem a ver com ela, ela própria e quem criticou o estudo dos economistas Reinhart e Rogoff sobre o impacto da dívida no crescimento venha agora dizer que a dívida se tornou insustentável e, portanto, precisa de ser reestruturada ou mesmo porque não anulada e adoptado o novo bolívar como Juno moneta nacional, para atrair o favor dos deuses económicos.

Para que não restem dúvidas, a borboleta reafirma todas as posições:
o investimento público era e é absolutamente imprescindível para o desenvolvimento económico e social do país; o estudo de Reinhart e Rogoff não faz sentido; e a dívida tem de ser reestruturada porque, no contexto actual, os seus encargos impedem o crescimento. Contradição? Jamé ,,,,Só mesmo na (baralhada) cabeça de lagarta em metamorfose

Reinhart e Rogoff publicaram um estudo que correlacionava o rácio da dívida pública em percentagem do PIB e o crescimento económico e concluíam que, a partir dos 90%, a dívida limita o potencial de crescimento.....o que é absolutamente falso pois o Japão e os US of A e a Grécia serão os novos tigres asmáticos do século XXI, pode é demorar uns tempos.

Κυριακή 9 Φεβρουαρίου 2014

O EMPREGADO DO COMMERCIO NÃO SABE LER? E FOI PARA APRENDIZ SEM SALÁRIO AOS DEZ ANNOS? PACIÊNCIA TIVESSE ESTUDADO E FOSSE BACHAREL COMO EU DIZ OLIVEIRA PIRES EM 1869.....DE FACTO A MISÉRIA ARGUMENTATIVA É HISTORICAMENTE UM FACTO CONSUMADO POR MUITOS CON'S

Direitos dos funccionarios



Algumas classes, que não desejo designar, criaram uma

jurispriidencin sua com relação aos funccionarios publicos.

JA não ha direitos adquiridos.
 
A lei deixou de ser a garantia
do cidadão. O estado esth no seu dircito de violar os

contractos. Optimos e asizados ,jurisconsultos se apuravam

entre estes pensadores ! !



Ponhamos aqui o argumento, magno com que se pretendo

justificar aquelles principios. E o seguinte :

O empregado do commercio em não sendo necessario



despede-se; quando não póde trabalhar, porque lhe chegaram

os achaquces da velhice, deixa de vencer.
 
Conseguintemente

quando o serviço publico prescinde de muitos braços,

e o thesouro se acha em tristes circumstancias, corta-se

o gordio das difficuldades financeiras despedindo oe empregados



que sobejarem, e acabando immediatamente com

as aposentações e reformas.

Avaliemos que paridade de circumstancias poderá haver

entre o empregado do estado e o empregado do commercio.

O caixeiro quando entra ao serviço do patrão sabe já

com que condições o faz. Não tem direito a pedir eetabilidade



vitalicia, nem aposentação na velhice, porque taes vantagens

se não estabeleceram no ajuste.
Póde comtudo exigir

maior ordenado em compensação da falta d'essas regalias....pois o patrão é certamente rico ou se tiver uma padaria paga-lhe em pão...

Em todo o caso o contracto é acceite de parte a parte



n'essas condiqões.

Dá-se caso identico com o empregado publico.

Foi chamado ao exercicio do seu logar mediante um ordenado

fixado por lei, e umas certas garantias de accesso,

de conservação e de reforma, egualmente estabelecidas por

disposições legislativas

e


para isso se lhe pediram estudos
 
superiores

o empregado do commercio não sabe ler?

pois soubesse


Τετάρτη 27 Μαρτίου 2013

O FIM DO SILÊNCIO DO REICH DOS DOIS MIL ANOS QUE AFINAL ERA GREGO E A CRUZ NÃO ERA GAMADA ERA DE PAU FEITO -SE A FALTA DE VERGONHA NÃO PAGASSE IMPOSTO ESTÁVAMOS FALIDOS DESDE O SÉCULO VII


o quê agente não sabe

talvez seja o anti-christo e os maias enganaram-se no ano

Socrates o grego é uma distribuição de poisson que tal como a média e o desvio-padrão multiplica o número de poissons de avril
qual christo em botão a multiplicar gajos fixes e pães da democracia com padeiros de avental posto

Logo o que está a dizer, não é correcto, por duas razões como disse socrates o grego, mas se me dá licença eu vou meter-lhe uma mesada no bolso ou um robalo

logo senhora Maria do lugar do salto....eu tenho de a contraditar, essa história está a ser feita agora

eu fiz um apelo... disse uma alucinação visual, uma coisa em fundo vermelho infernal que aparece em miragens no desertoeu dou-te tudo o que é teu
disse socrates o conceito milenar como as torres couto d'Urbano Tavares Rodrigues

isto não é um HOMEM é algo que nos transcende

é talvez uma ficção é talvez uma loa primordial que narre o aparecimento de todas as coisas...

as loas são oralidades que se manifestam por vontade de deuses vários em monólogos no vácuo
temporão-espacial ou que cantam nas águas de março

e deus diz-se faça-se luz e a luz fez-se

logo aqui não há Homens a narrar ou a trafulhar

e socrates o grego é um ser milenar com paixões educativas por cu romper a juventude de athenas logo não é alguém é algo

um conceito, um fantasma, um semi-deus logo não narra ele é narrado pelos discipulos e pelos crentes

o fim do silêncio é uma ilusão auditivo-visual

the thing from outer space esteve sempre among us

cretinice politiqueira jámé podia bolsar merda como aparentemente fez e os fiéis jurariam que eram rosas

c'est la vie en rose do nosso fadistão futreboleiro

viva o sporting gritou uma cenoura careca e albina
e as gentes esfomeadas aplaudiram

sempre foi assis em 900 anos de ocupação dos Francos,
esses godos bem gordinhos e alguns maratonistas de fundos há Francos nas costas

Nós os mouros do deserto não sabemos pois estamos escondidos

e debaixo de sete palmos de terra

é mais entulho das obras mas enfim

não pode ser bem enterrado quem quer

só quem phode

ó mõe aquele tipo dentro do poço queria ter uma mesada como nosso socrates o grego

Κυριακή 24 Φεβρουαρίου 2013

O GRANDOLIRISMO RESSUSCITOU JUNTAMENTE COM O CUBO DE RUBIK E A MÁFIA JUDICIAL AL DENTE DE BERLUSCONI

Sub versões da Liberdade com L grande e minorias minúsculas que levam nus cus

Relvas vilão moreno

Na Selva da dignidade

Fazes guerrilha pequeno

Comandante Liberdade

Em cada Loja um Amigo

Em cada próspera Irmandade

Relvas em tua Verdade

Nós queremos tar contigo

ó amigo no  teu abrigo

Copacabana contiguo

Processa não, consigo-o

Em saco azul de felgueiras

Paga-te as boas maneiras

corriqueiras

de seres relvas das selvas

nas selvas dos relvas

con belgas ou melgas

relvas rex d'acelgas

Next Chapter from Relvas das Selvas

Vamo-vos ao cu Medievalmente


Ai Relvas Aguenta? Ai Aguenta Aguenta,

Ai flores flores de verdes Relvas ai deo lo o é...

Σάββατο 17 Δεκεμβρίου 2011

OS NEO-LUDITAS SÃO MOUROS-DESTRUAM AS MÁQUINAS-OS PASTÉIS E OS DOM RODRIGO ALLGARVIOS DISPARAM AS SUAS ESCOPETAS PARA OS ROBÔS E NÃO PARA OS ROUBOS

DESDE O ANO DE 1100 E TAL QUANDO OS MOUROS ALLGARVIOS

SUBIRAM PELAS ESTRADAS SERRENHAS PARA DESTRUIR O ESTADO PORTUGUÊS DO AFONSO

QUE NÃO SE ADIVINHAVAM MOVIMENTAÇÕES DAS TAIFAS ALL GARBIAS

NÃO SE REVOLTAM CONTRA OS SEUS ALCAIDES DE BAIXA E ALTA CORRUPTELA

REVOLTAM-SE CONTRA UMA ESTRADA MÁGICA QUE LHES ROGA PRAGAS

E A BEM DA NAÇÃO ALL GARBIA E DAS SUAS MÚLTIPLAS TAIFAS

LANÇAM-LHE FOGACHOS E COSPEM MEZINHAS

DAQUI A UNS DIAS ATIRAM SAPATOS E SAPATEIRAS

É A REVOLUÇÃO DA VIA RÁPIDA

OU A REVOLUÇÃO DO INFANTADO?

A VER VAMOS

BATER NAS NATAS DOS ALCAIDES JÁMÉ

Τετάρτη 21 Σεπτεμβρίου 2011

QUANDO OS PASTÉIS SÃO MONÁRQUICOS ANÁRQUICOS-VAMO-NOS ÓS MOUROS AFONSO NÓS TE DAMOS NOSTRADAMUS-COSA NOSTRA DÁ-MUS

NÓS PORTUGUESES SOMOS CORSÁRIOS

NINGUÉM NOS PEÇA O QUE NÃO TEMOS

OU EM VAGAS DE HONESTOS MÁRIOS

ATÉ EM RELES BATÉIS ROUBAMOS REMOS


EM NOSSOS OLHOS FRIOS E ASTUTOS

EM NOSSAS INÉRCIAS E INVEJAS VASTAS

SOMOS BRUTAIS MUITO MAIS QUE BRUTOS

E EM BOAS OBRAS SACAMOS SOMAS BASTAS


E SE BOAS E MÁS OBRAS NÃO SÃO CASTAS

E SE AS BOLSAS DE OURO ANDAM DE RASTOS

NÓS PORTUGUESES GRITAMOS -Ó TU QUE GASTAS

E NESSE GRITO AFLITO FICAMOS PUROS E CASTOS

NEFASTOS

JUROS

ENTERRAM

O SOL NASCENTE

NA IGREJA RUINAS

NO ALTAR CRAVOS

OS PADRES SOVINAS

QUE NOS FIZERAM ESCRAVOS

DESSAS LIBERTÁRIAS RUINAS

PROMOVEM AFAGOS

SÃO SACANAS SOVINAS

MAS NÃO SÃO GAGOS

MENINOS E MENINAS

DESTA GENTE QUE NOS MENTE

POENTE

NESTAS RIMAS

CRETINAS

DUM DEMENTE