Σάββατο, 28 Μαΐου 2011

QUANDO DAS MIRAGENS SE FAZEM DEMO CRACIAS

Estou sentado num velho muro, construído de luz e pedras brutas.

Pedras que são gente além de serem brutas

Pedras aquecidas pelo sol de Sócrates

Que Sócrates nos dê nosso Pão e nos dê seu calor.

Tenho diante de mim um esboço sobre a cidade nova que se erguerá já antiga, um plano estabelecido pela mesma gente de pedra de cor rosa clara ou alaranjada, a relva é alta e há papoilas e regiões floridas.

Resumindo um país em ruínas de chegar ao penhasco e saltar para o mar.

Sim, acho que o país está debaixo d'água também, feriados são ócios que o agricultor não tem e o emigrante desdenha seja chinoca ou luso


No precipício entre os dois pólos do passado e do futuro mais ou menos mal passado enorme e pendurada, a campainha eleitoral silenciou

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