Τετάρτη 27 Μαρτίου 2013

O FIM DO SILÊNCIO DO REICH DOS DOIS MIL ANOS QUE AFINAL ERA GREGO E A CRUZ NÃO ERA GAMADA ERA DE PAU FEITO -SE A FALTA DE VERGONHA NÃO PAGASSE IMPOSTO ESTÁVAMOS FALIDOS DESDE O SÉCULO VII


o quê agente não sabe

talvez seja o anti-christo e os maias enganaram-se no ano

Socrates o grego é uma distribuição de poisson que tal como a média e o desvio-padrão multiplica o número de poissons de avril
qual christo em botão a multiplicar gajos fixes e pães da democracia com padeiros de avental posto

Logo o que está a dizer, não é correcto, por duas razões como disse socrates o grego, mas se me dá licença eu vou meter-lhe uma mesada no bolso ou um robalo

logo senhora Maria do lugar do salto....eu tenho de a contraditar, essa história está a ser feita agora

eu fiz um apelo... disse uma alucinação visual, uma coisa em fundo vermelho infernal que aparece em miragens no desertoeu dou-te tudo o que é teu
disse socrates o conceito milenar como as torres couto d'Urbano Tavares Rodrigues

isto não é um HOMEM é algo que nos transcende

é talvez uma ficção é talvez uma loa primordial que narre o aparecimento de todas as coisas...

as loas são oralidades que se manifestam por vontade de deuses vários em monólogos no vácuo
temporão-espacial ou que cantam nas águas de março

e deus diz-se faça-se luz e a luz fez-se

logo aqui não há Homens a narrar ou a trafulhar

e socrates o grego é um ser milenar com paixões educativas por cu romper a juventude de athenas logo não é alguém é algo

um conceito, um fantasma, um semi-deus logo não narra ele é narrado pelos discipulos e pelos crentes

o fim do silêncio é uma ilusão auditivo-visual

the thing from outer space esteve sempre among us

cretinice politiqueira jámé podia bolsar merda como aparentemente fez e os fiéis jurariam que eram rosas

c'est la vie en rose do nosso fadistão futreboleiro

viva o sporting gritou uma cenoura careca e albina
e as gentes esfomeadas aplaudiram

sempre foi assis em 900 anos de ocupação dos Francos,
esses godos bem gordinhos e alguns maratonistas de fundos há Francos nas costas

Nós os mouros do deserto não sabemos pois estamos escondidos

e debaixo de sete palmos de terra

é mais entulho das obras mas enfim

não pode ser bem enterrado quem quer

só quem phode

ó mõe aquele tipo dentro do poço queria ter uma mesada como nosso socrates o grego

Κυριακή 24 Φεβρουαρίου 2013

O GRANDOLIRISMO RESSUSCITOU JUNTAMENTE COM O CUBO DE RUBIK E A MÁFIA JUDICIAL AL DENTE DE BERLUSCONI

Sub versões da Liberdade com L grande e minorias minúsculas que levam nus cus

Relvas vilão moreno

Na Selva da dignidade

Fazes guerrilha pequeno

Comandante Liberdade

Em cada Loja um Amigo

Em cada próspera Irmandade

Relvas em tua Verdade

Nós queremos tar contigo

ó amigo no  teu abrigo

Copacabana contiguo

Processa não, consigo-o

Em saco azul de felgueiras

Paga-te as boas maneiras

corriqueiras

de seres relvas das selvas

nas selvas dos relvas

con belgas ou melgas

relvas rex d'acelgas

Next Chapter from Relvas das Selvas

Vamo-vos ao cu Medievalmente


Ai Relvas Aguenta? Ai Aguenta Aguenta,

Ai flores flores de verdes Relvas ai deo lo o é...

Σάββατο 17 Δεκεμβρίου 2011

OS NEO-LUDITAS SÃO MOUROS-DESTRUAM AS MÁQUINAS-OS PASTÉIS E OS DOM RODRIGO ALLGARVIOS DISPARAM AS SUAS ESCOPETAS PARA OS ROBÔS E NÃO PARA OS ROUBOS

DESDE O ANO DE 1100 E TAL QUANDO OS MOUROS ALLGARVIOS

SUBIRAM PELAS ESTRADAS SERRENHAS PARA DESTRUIR O ESTADO PORTUGUÊS DO AFONSO

QUE NÃO SE ADIVINHAVAM MOVIMENTAÇÕES DAS TAIFAS ALL GARBIAS

NÃO SE REVOLTAM CONTRA OS SEUS ALCAIDES DE BAIXA E ALTA CORRUPTELA

REVOLTAM-SE CONTRA UMA ESTRADA MÁGICA QUE LHES ROGA PRAGAS

E A BEM DA NAÇÃO ALL GARBIA E DAS SUAS MÚLTIPLAS TAIFAS

LANÇAM-LHE FOGACHOS E COSPEM MEZINHAS

DAQUI A UNS DIAS ATIRAM SAPATOS E SAPATEIRAS

É A REVOLUÇÃO DA VIA RÁPIDA

OU A REVOLUÇÃO DO INFANTADO?

A VER VAMOS

BATER NAS NATAS DOS ALCAIDES JÁMÉ

Τετάρτη 21 Σεπτεμβρίου 2011

QUANDO OS PASTÉIS SÃO MONÁRQUICOS ANÁRQUICOS-VAMO-NOS ÓS MOUROS AFONSO NÓS TE DAMOS NOSTRADAMUS-COSA NOSTRA DÁ-MUS

NÓS PORTUGUESES SOMOS CORSÁRIOS

NINGUÉM NOS PEÇA O QUE NÃO TEMOS

OU EM VAGAS DE HONESTOS MÁRIOS

ATÉ EM RELES BATÉIS ROUBAMOS REMOS


EM NOSSOS OLHOS FRIOS E ASTUTOS

EM NOSSAS INÉRCIAS E INVEJAS VASTAS

SOMOS BRUTAIS MUITO MAIS QUE BRUTOS

E EM BOAS OBRAS SACAMOS SOMAS BASTAS


E SE BOAS E MÁS OBRAS NÃO SÃO CASTAS

E SE AS BOLSAS DE OURO ANDAM DE RASTOS

NÓS PORTUGUESES GRITAMOS -Ó TU QUE GASTAS

E NESSE GRITO AFLITO FICAMOS PUROS E CASTOS

NEFASTOS

JUROS

ENTERRAM

O SOL NASCENTE

NA IGREJA RUINAS

NO ALTAR CRAVOS

OS PADRES SOVINAS

QUE NOS FIZERAM ESCRAVOS

DESSAS LIBERTÁRIAS RUINAS

PROMOVEM AFAGOS

SÃO SACANAS SOVINAS

MAS NÃO SÃO GAGOS

MENINOS E MENINAS

DESTA GENTE QUE NOS MENTE

POENTE

NESTAS RIMAS

CRETINAS

DUM DEMENTE

Σάββατο 28 Μαΐου 2011

QUANDO DAS MIRAGENS SE FAZEM DEMO CRACIAS

Estou sentado num velho muro, construído de luz e pedras brutas.

Pedras que são gente além de serem brutas

Pedras aquecidas pelo sol de Sócrates

Que Sócrates nos dê nosso Pão e nos dê seu calor.

Tenho diante de mim um esboço sobre a cidade nova que se erguerá já antiga, um plano estabelecido pela mesma gente de pedra de cor rosa clara ou alaranjada, a relva é alta e há papoilas e regiões floridas.

Resumindo um país em ruínas de chegar ao penhasco e saltar para o mar.

Sim, acho que o país está debaixo d'água também, feriados são ócios que o agricultor não tem e o emigrante desdenha seja chinoca ou luso


No precipício entre os dois pólos do passado e do futuro mais ou menos mal passado enorme e pendurada, a campainha eleitoral silenciou

Τρίτη 22 Μαρτίου 2011